Doença de Parksinson e DBS (deep brain stimulation)

Doença de Parksinson e DBS (deep brain stimulation)

A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa, que tem como principais sintomas a bradicinesia (lentificação dos movimentos), tremor, instabilidade postural e rigidez.
As opções de tratamento variam de acordo com o grau de sintomas do paciente e devem ser recomendados pelo seu médico de confiança.

Podem ser indicados:medicações via oral, que possuem o objetivo de melhorar o movimento; as terapias, como fisioterapia, terapia ocupacional, condicionamento físico, neuropsicologia e fonoterapia.
Além disso, existem modalidades de estimulação cerebral que podem ajudar nas alterações do movimento associados a Doença de Parkinson e, consequentemente, ajudar na melhora da qualidade de vida. Elas são a estimulação cerebral não invasiva, o TMS (transcranial magnetic stimulation) e a estimulação cerebral invasiva, DBS (deep brain stimulation).

O DBS é uma espécie de “marcapasso cerebral” o qual ajuda no funcionamento correto dos circuitos responsáveis pelo movimento. Ele é colocado dentro do cérebro em locais específicos através de uma neurocirurgia. Além da doença de Parkinson, também é indicado em casos de distonia e de tremor essencial.

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Bloqueio Neuroquímico com fenol

Bloqueio Neuroquímico com fenol

O tratamento com fenol faz parte do arsenal para pacientes com espasticidade (aumento do tônus dos músculos), a qual é uma das sequelas de doenças do sistema nervoso central.
O fenol é uma alternativa barata e com bom efeito para o relaxamento muscular. Geralmente é usado como coadjuvante, quando a medicação e a toxina botulínica não conseguem tratar de forma efetiva esse aumento da contração muscular.

A medicação é infiltrada ao lado de nervos selecionados, através de uma agulha e um neuroestimulador (um aparelho que gera contrações das fibras musculares locais). O objetivo é de “bloquear” o funcionamento destes nervos e, por consequência, relaxar os músculos inervados pelo mesmo.

Procedimento é desconfortável, pois usa-se agulha, porém é tolerável.

O procedimento é realizado em consultório médico ou em centro cirúrgico. O paciente fica na posição deitada e é liberado para casa logo após. O relaxamento muscular é visto imediatamente após o procedimento, como se “desligássemos o interruptor da luz”. A duração do efeito do relaxamento depende de paciente para paciente e, por vezes, são necessários aplicações seriadas.

O procedimento é contra-indicado em casos de infecção na articulação ou na pele no local a ser tratado.

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Infiltrações intra-articulares ou periarticulares

Infiltrações intra-articulares ou periarticulares

As infiltrações intra-articulares ou periarticulares fazem parte do arsenal do tratamento em dor.

Na infiltração intra-articular, são injetados medicações dentro das articulações (juntas). As medicações são geralmente o ácido hialurônico ou o corticóide. São usados para tratamentos de dor devido a principalmente osteoartrose ou nas articulações que possuem um quadro de inflamação crônica, como vermelhidão, inchaço e dor.

As principais articulações tratadas são: joelho, quadril, ombro, tornozelo e articulações das mãos. Na infiltração periarticular, a medicação é injetada nas bursas e tendões e ajudam no tratamento das tendinites, tenossinovites e bursistes.

Esse tratamento permite reduzir o uso de medicações orais, como analgésicos opióides e anti-inflamatórios e podem retardar a indicação cirúrgica de colocação de prótese articular (artroplastia). O procedimento requer um médico especializado e treinado.

Pode ser feito através da técnica anatômica, ou, por vezes, guiada por Ultrassom. As infiltrações são feitas através de uma agulha e seringa com medicação. O procedimento é um pouco doloroso, porém, tolerável.

Geralmente, são indicadas 1 a 3 infiltrações para o tratamento completo. O procedimento é realizado em consultório médico. O paciente pode ficar na posição sentada ou deitada, dependendo do local tratado e é liberado para casa logo após.

Pode ser indicado uso de medicação analgésica, por alguns dias, para diminuir o desconforto gerado pela infiltração. O procedimento é contra-indicado em casos de infecção na articulação ou na pele no local a ser tratado.

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